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Quase me mataram

8 de June de 2011 9 Comments

Por causa deste texto publicado no GP.

Gente mais histérica, sem senso de humor, credo. Chegou uma hora que eu parei de ler os comentários no blog do Flavio Gomes pra não me chatear.

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La dolce vita

8 de June de 2011

Não é a primeira vez que eu falo sobre morte (cejura).

Perdi avós maternos cedo, o pai sempre teve problemas cardíacos e a morte meio que sempre esteve logo ali na esquina. Depois morreu uma tia, depois meu pai, depois minha avó paterna.

Enfim, cresci adminsitrando pessoas morrendo. Coisa de filha de pais velhos, filhos de pais velhos, normal do andamento da coisa (vida).

Outra coisa a meu respeito: adoro ler biografias. E é por isso que fico pensando, melgalomaníaca que eu sou, que um dia vai ter uma biografia minha. Digo, sobre a minha vida.Isso me dá medo, muito medo.

Gente, eu escrevo em um punhado de blogs, mais os tweets compulsivos, mais minhas caxas de email, mais ozamigo, mais tudo que falam a meu respeito.

Tenho o google como fonte, e a rede de computadores interligados, não tem como não pensar: que caralho um biógrafo vai escolher incluir, e deixar de fora? Porque tem passagens importantes da vida, que justamente por terem sido intensas e importantes, não estão na internet. Gente, tava lá fora vivendo.

Aí tem coisas que eu mimizei a beça mas que hoje eu vejo que não deveriam ter rendido nem um post.

Resumo da ópera: vou arrogantemente escrever minha auto biografia. Claro que só vai acabar quando eu parar de atualizar, morrer. Descobri que existe uma forma de fazer isso. Uma forma bastante segura e organizada. Fica tudo organizado e armazenado pra sempre neste site, que você vai atualizando cronologicamente ou vai fazendo conforme vai se lembrando.

Tô aqui juntando fotos, falando com tias velhas e arrancando histórias da mamis. Tomara que assim, minha passagem pelo mundo seja um pouco menos atrapalhada. Quer dizer, que minha biografia seja menos atrapalhada, a vida eu acho que não vai ter jeito de desembaralhar. Vou dando notícias do andamento da coisa.

This is fun.

Cansada e feliz

1 de June de 2011

Aí as coisas começam a dar certo, e as pernas cansam mas o coração não.

Tá tudo bem agora, mesmo. Acho.

Amanhã prometo que posto texto mais longo.

Bela gozada

30 de May de 2011 1 Comment

Tava tudo tranquilo e pacífico, até que uma piada, levou a um bar que toca jazz e o resto, como num acidente de carro, foi confuso e avassalador.

Não chamaria de amor ou paixão, porque não sou desse tipo de gente. Mas sei que ontem o dia passou leve, tranquilo, como que sucedendo uma bela gozada na noite anterior.

Não que tenha acontecido nada, ou que eu contaria se tivesse, porque não sou esse tipo de gente. Sei que a trava de segurança do modo “have fun, go mad” foi desativada.

Um beliscão. “Acorda Carolina, vai ver a vida, vai fazer merda, vai alimentar a diaba que mora aí dentro.” A diaba que mora aí dentro é legal também, não mata ela de fome não.

Todos a postos? Aposto que não. 🙂 \o/

Fica, vai ter festa

27 de May de 2011

Ok. Todo mundo por aqui sabe que eu sou blogger compulsiva. E que tenho outros blogs e que um deles é o Malvadezas.com.

Pois o Malvadezas vai fazer uma festa, dia 23 de junho (mais informações aqui). E a gente sabe que é no meio de um feriado e que isso poderia ser um problema. Mas não achamos que vá ser um problema.

Defendo minha tese: caso você seja de São Paulo, capital, você sabe que a cidade fica adoravelmente vazia quando a cafonalha vai pro trânsito, ser neurótico nos engarrafamentos, pra depois fingir que está relaxando fora da cidade. Invariavelmente é o povo que faz papelão em Campos do Jordão. Fico feliz quando tem feriado e eles saem pra brilhar pra lá de lá, quilômetros de distância. O trânsito fica quase bom, os restaurantes ficam menos barulhentos, e a gente descobre como seria viver civilizadamente como aposentado. Opções de lazer e diversão não faltam.

Se você não é de São Paulo: oportunidade pra vir e curtir a cidade. Se vira pra arrumar hospedagem na casa de conhecidos, parcela a passagem, compra promoção.

Vai ser a primeira vez que todos os autores do Malvadezas estarão reunidos num mesmo lugar. Sabe lá quando isso vai se repetir. Ate pq existe uma forte possibilidade de alguém morrer nessa brincadeira. Papelão eu garanto. E música.

Primeira discotecagem do Thunder depois da volta a MTV.

Fica gente, vai ter festa.
Vem gente, vai ter festa.

Enfim, vem pra festa vc também. Vem!

O post dos sofás

23 de May de 2011 5 Comments

Daí que depois do sucesso mundial que minha coluna no Marketing na cozinha teve, me chamaram pra escrever sobre decoração, arquitetura, e afins. Aí escrevi este texto postado na quinta passada.

Considerando que passei 9 anos em uma galeria de arte, lidando diariamente com profissionais do ramo, aceitei sem grande pensar. Tudo deu certo? Médio.

Saiu o primeiro post na quinta passada e a críticas começaram. As que se doeram pelos palavrões, ignoro. Simplesmente pq o tom é de deboche MESMO, e eu uso palavrões MESMO. Quando o texto é pra outros que não meus blogs, existe (tchan tchan tchan tchan): o editor. Ele não é responsável pelo que eu escrevi, mas lê o que vai ser publicado e decide publicar.

Aí vem um julgando minha generalização (oi, piada é quase sempre generalização), e me chamando de recalcada/chata/grossa/infeliz. Pq julgar um pessoa por um post não é generalizar? 1mmmmmm, entendo. Enfim. Boa sorte procê na vida.

Aí teve a que disse que é complicado tratar como frescura uma atividade que torna sonhos realidade. Querida, toda sorte de sonhos pelo mundo, isso faz deles primeira necessidade? A menos que vc esteja cagando a céu aberto, ou dormindo na rua, sonhos arquitetônicos não necessariamente deixam de qualificar a coisa como supérflua.

Arquitetura e design são uma, vá lá, terceira paixão minha. Reconheço a capacidade desses profissionais (quando competentes), de fazer milagres com espaços reduzidos, ou com a ineficaz mão de obra existente. Aliás. muito se resolveria se os prestadores de serviço fossem melhor qualificados. Mas isso é toda uma outra discussão.

Meu ponto é: sou escritora e meu computador está morrendo. Preciso por razões obvias de outro. Como é minha ferramenta de trabalho, uma prioridade atual no orçamento. Vou aproveitar e comprar um Mac. Pq eu tenho preguiça imensa de trocar de notebook (o atual tem 8 anos), e os Macs duram mais.

Comprar um computador pra poder trabalhar é a necessidade real, comprar um Mac é um sonho/capricho/frescura/futilidade. Posso argumentar, mas no frigir dos ovos é isso.

Há um mundo de diferença aí, e não é nada de ruim ou errado, só bom dar nome aos bois.

Resumindo, vou maneirar nos palavrões em territórios conquistados, mas não vou me diluir em água e açúcar não.

Lidem com isso.

S2

PUTA MERDA, SAIU

18 de May de 2011

Era pra ser dia 23, mas MTV liberou antes. Lembram do texto sobre ter feito um clipe com o Thunderbird e a Pitty? Agora posso mostrar procês como ficou.

O desconvite de casamento

17 de May de 2011 4 Comments

Começou faz mais ou menos 1 anos, noiva solícita me pediu por Facebook, ou MSM, meu email. Email dado, email recebido: Save the date. Gentilmente pedindo meu endereço, dados e nome do acompanhante (suponho que por “acompanhante” ela quisesse dizer marido/namorado e não enfermeiro ou babá).

E-mail respondido.

O tempo corre, alguns encontros sociais (o noivo, meu amigo, é da mesma turma que eu), ouço conversas pergunto dos preparativos, sem sobressaltos, sem dramas, sem situação incômoda.

Missa de sétimo dia do primo do noivo a.k.a. meu BFF. Encontro com o noivo, a noiva não pôde ir. Finda missão de sétimo dia, passei no super, onde vi no FB, via iPhone, convite do noivo pro evento de distribuição dos convites, que se realizaria no dia seguinte. Penso: “Putz, tinha um jantar mas gosto tanto do “X”, vou dar um jeito de ir.” Ok? Ok.

Dia seguiu, desmarquei o tal jantar e fui ver o endereço, clicando no link. Removido.

Isso, REMOVIDO. Ok, tinha algum erro, vou mandar mensagem. “Oi “X”, fui clicar no link do convite pra distribuição dos convites amanhã, e não tá mais lá. Me passa detalhes pra poder ir?”

Resposta nunca veio. Não adianta dizer que tô inventando, como boa blogueira troll tenho TODOS os print screens. Soube que de fato, fui cortada da lista do evento.

É óbvio que ninguém tem obrigação de convidar ninguém, mas desconvidar? Achei deselegante, to say the least.

Eu fico com a história pra contar eternamente, e rir do ridículo todo.

Desejo de coração sorte aos noivos.
And most of all, when snowflakes fall, I wish you love.

Depois é povo de internet que não sabe se portar no mundo real, têm que vê isso aí.