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Da lista

22 de November de 2010

Mick, a gente vai ter que conversar.

Nosso amor está temporariamente abalado, tô apaixonada pelo Paul. Sim, o da outra banda.

Final de semana perfeito. Já vinha bem, mas o show do Paul MacCartney ontem, superou expectativas, e entrou pros momentos antológicos da vida.

A sensação de estar sozinha, no estádio do Morumbi, e um Beatle entrar no palco, já valeria a epopéia que é ir sozinha, num show deste tipo. Sim, fui sozinha. Irmão teve pneumonia, e acabou não indo.

Tenho vasta experiência em fazer coisas sozinha. Sou dessas pessoas que sai sozinha pra jantar, cinema, balada, viagem, show. Adoro. Tudo se intensifica, a excitação, opiniões, comentários e etc, não têm com quem dividir, e aquela loucura fica reverberando dentro do peito. Tanto é assim, que durante as duas primeiras músicas fiquei estática, tentando absorver a loucura que era ver o Paul ao vivo, na minha frente. Venus and Mars Rockshow, Jet e All My Loving. Veio o primeiro choro. Não um choro histérico, ou triste, ou louco. Choro daqueles que acontecem quando a emoção transborda do do coração.

Eu seria um excelente astro do rock. Ou jogadora de futebol. Astro do rock, na verdade. Adoro estádios lotados. Adoro estádios não lotados também. Adoro estar com aquelas pessoas, vivendo aquilo e sabendo que forma-se ali uma irmandade que vamos levar pela vida. Lá na frente, numa conversa descontraída, um iPod vai tocar Beatles e alguém vai interromper o assunto e comantar “Foi uma das melhores noites da minha vida”, todo mundo estava ontem no Morumbi vai saber do que se trata.

Letting Go, Drive My Car, Highway Let Me Roll It, Long and Winding Road, 1985, Let Me In, My Love e mais duas revelações: Antártica sub zero tem álcool sim, e a gente tá fazendo errado. A vida. Estamos perdendo tempo demais, com coisas sem graça, cansativas e que no fim das contas não valem o esforço que exigem. Coisas que impediram muita gente de ir ao show ontem. Coisas que impediram nossos pais de irem pra Woodstock, no show do Sinatra no Maracanã, no U2, e a lista segue. As viagens que não fizemos, os homens (ou mulheres) que não beijamos, o vinho que não bebemos e o jantar que não comemos. Todas as vezes que tivemos vontade de fazer papel de ridículo e dizer “eu te amo” sem pensar. As cartas e e-mails que eu escrevi e não mandei…

Aí veio a confirmação da teoria:

I’ve Just Seen A Face seguida por And I Love Her, Black Bird, Here Today, Dance Tonight, Mrs Vanderbilt, Eleanor Rigby e eu já poderia morrer, feliz. Mas o show era longo, a discografia infinita e e multidão já não tinha mais noção de quanto tempo tinha passado, em que ano estava, que dia era, e da merda que domina o dia a dia. Muita coisa pra dizer a ninguém comigo pra ouvir. Preferi assim. Toda minha atenção, a quinta cerveja e a certeza de que na imensidão do universo, não havia outro grupo de seres vivos tão felizes quanto aquelas pessoas comigo ontem a noite.

Mudança de instrumentos, Paul diz que a próxima música seria homenagem ao amigo George. Poderia ser While my guitar gently weeps, mas não, era o momento que eu temia. Something começou e eu percebi o quanto era certo e justo eu estar ali. Foi neste minuto que minha vida mudou. Que eu mudei, fiz 30 anos de verdade. Nem isso, senti os 30 anos.

Sing The Changes, Band On The Run, Obla Di Obla Da (êxtase coletivo), Back In The USSR, I Gotta Felling, Paperback Writer.

Sir Paul, não exatamente toca com paixão. A banda é incrível e o repertório manjado. Poderia usar isso como crítica, mas a verdade é que foi um show pra fãs, leais e apaixonados, mesmo depois de tanto tempo, mesmo com as frases clichê e as caretas forçadas. Porra, caralho, o cara é o último uber- músico. Ele moldou, com a música, gerações de pessoas que nunca o viram ao vivo. Ele mudou o mundo, ele mudou o meu mundo.

A Day In The Life, Let It Be, Live And Let Die, Hey Jude e eu saí do me acabando de chorar. Pensei na minha família, nos meus amores. Amores passados e futuros, que eu nem sei se estavam lá, mas acho que estavam. Vou saber no futuro, se por acaso nos cruzarmos e o assunto surgir. E o assunto vai surgir, sempre que possível, e quem foi entende o porque. Noites como a de ontem fazem a vida valer a pena. A partir de hoje, os Beatles são meus por direito, por adoração, e por possivelmente terem salvo grande parte do meu passado. O futuro eu não sei, mas se morrer nos próximos 10 anos, a vida vai ter valido a pena.

Tá tudo bem, caros leitores. Paul tá meio botocado, mas o rock segue jovem e vivo, como sempre. Fica proibido o pessoal mais velho de dizer “no meu tempo eu ouvia Beatles”. Todo mundo, o tempo todo, pra sempre, ouve Beatles, enquanto houver esperança pra humanidade.

With love, from me to you.

Paul, nos veremos de novo esta noite (tomara), e quantas vezes eu puder, e outra vez.

Obrigada.

Ticado mais um item da lista de coisas que eu quero fazer antes de morrer.

Mais fotos ruins e vídeos estranhos no flickr.

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comments

Também fui só, também fui aos 30, também poderia ter morrido feliz após o show, também tive essa epifania de “que porra estou fazendo com a minha vida que não estou vivendo mais momentos reais como esse”. É isso: realidade. A vida pouquíssimas vezes foi tão real.

Ju Dacoregio

24 de February de 2011

Olha, vou te dizer que tenho evitado passar por este texto. Se ler eu choro tudo de novo.

Bjo!

1/2 Carolina Mendes

25 de February de 2011

Tenho entrado por aqui constantemente.
Delicia de leitura.
Mas so hj vi esse texto.
Tambem escrevi e fiz um video do show, em especial a Something.
Estar ali foi até hoje, a melhor experiência que tive na vida, depois da maternidade.
Beijo pra vc!

luciane

1 de February de 2011

Estou encantando com seu blog. Cheguei aqui através do Tweet da Rosana. Gosto de pessoas que sabem escrever, que saber se expressar e que fazem a diferença em um mundo tão conturbado e tão modificado.

Vida longa ao Neosaldina…

Abraços

Fabiano Brilhante

FabianoBrilhante

8 de December de 2010

Hey André, quando você descobrir quem a gente imita, conta pra gente.
Beijo

Mercedes

6 de December de 2010

nem sei pq insisto, acho q meu ego masculino foi depreciado com seu block, mas acho q tbm pode ser uma ligaçao espititual ou algo do genero, porem, pode ser tbm so chatice mesmo…. mas, nao sou tao chato assim… pelo menos meu filho e minha mae me dizem isso ne…
libera la vai, gosto da sua mente… de graça…
Ps.: Muito bom esse seu plantel virtual, mas nao vou elogiar muito pra num influenciar..

david

6 de December de 2010

esqueci de apresentar-me – @_davidneto

@_davidneto

6 de December de 2010

Ih, te bloqueei? Vc deve ter merecido.

1/2 Carolina Mendes

6 de December de 2010

Nãooooooo sua babaca não precisa se matar! Se calar a boca já será solidaria com a humanidade!
E para provocar sua inveja: quem vc, a clarahaverbuck. a alesie, mgmyself e etc, vez por outra ( no auge do recalque) imitam, deve estar dando muitooooo está hora pra o gostosão estilo faroeste. A Lástima é que enquanto isso vcs estão falando merdas na internet! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

André

5 de December de 2010

Oi?

1/2 Carolina Mendes

6 de December de 2010

Ah, ótimo. Eu ‘tava com preguiça de escrever sobre… e teu texto tá perfeito, como sempre. Enquanto houver um beatlemaníaco no mundo, o Bem vencerá.

Fábio Vanzo

28 de November de 2010

Neste caso, o mundo tá salvo.

Bjo!

1/2 Carolina Mendes

6 de December de 2010

aiai… realmente, fazer o que agente gosta, estando do jeito que agente gosta é um trem baum de mais mesmo…

bacana teu post!

Duda

24 de November de 2010

Bacana demais, e necessário. Bjo! Obrigada.

1/2 Carolina Mendes

6 de December de 2010

esqueci de fechar os parenteses depois de “besta”, sorry)

Desafinado.

tiago marques

23 de November de 2010

Volte sempre, comente. Ajuda muito saber o que as pessoas acham.

Bjo!

1/2 Carolina Mendes

24 de November de 2010

Parabéns pelo texto, concordo com tudo o que disse. Geralamente não leio blogs (sou meio besta, mas gostei muito do texto e pretendo voltar mais vezes.

Desafinado.

tiago marques

23 de November de 2010

Ao fim do show, nessa inesquecível noite de 21/11/2010, eu pensei: “CARALHO! Nunca vou conseguir expressar o que estou sentindo, o que senti, com a introdução de Venus and Mars, o abraço coletivo em Hey Jude, as bexigas brancas em A day in the life/Give peace a chance, ou na emoção que senti, pelo turbilhão de lembranças de gente que veio e passou, de gente que veio e ficou (sim, Beatles, para mim, não é só imortal, eles imortalizam pessoas comuns tb, tenho uma música deles, para cada ser especial que cruzou meu caminho, ao longo desses 33 anos). Eu nunca vou conseguir expressar!” pensei…

E pedi, publicamente, para que alguém bom com as palavras, fizesse isso por mim. E taí, a mente brilhante e o coração gritante da Carol Mendes, dizendo exatamente o que foi essa noite com um Beatle. Pra ela, pra mim e pra mais 63.998 pessoas, creio eu…

Show inesquecível e post sensacional!

Ju Mancin

23 de November de 2010

Olha Ju,

Se serve de consolo, teu comentario me fez chorar.

Como a vida vai superar esta? Fodeu. Vou ter que pular de para-quedas louca se ácido, transando com o Javier Bardem, ou algo do tipo.

Precisamos nos ver mais.

1/2 Carolina Mendes

24 de November de 2010

FABULOSA sua idéia de saltar de pára-quedas louca de ácido, transando com o Javier. Ui!

Enquanto isso não acontece, a gente vai bebendo por aí, esperando que algo fantástico aconteça.

Topo um boteco essa semana!

Ju Mancin

24 de November de 2010

Fabulosa e bem facil de executar, né?

Vou me organizar e te aviso.

1/2 Carolina Mendes

24 de November de 2010

sensacional. expressou exatamente o que senti, em especial falando de something (mas no meu caso 29 anos rs).
e sobre a importancia das coisas na vida e tal. ainda bem q não to sozinho no mundo. e valeu du menegozzo por indicar o blog.

marcelo galvão

22 de November de 2010

Se tem uma coisa que não estamos, é sozinhos.

Bjo!

1/2 Carolina Mendes

23 de November de 2010

Seu post inteiro é basicamente o que eu vi, senti e pensei também ontem (o que não é surpresa pra mim, já te disse mais de uma vez isso). Mas se tivesse que pegar só uma frase dele pra resumir minha noite, seria esta: “Choro daqueles que acontecem quando a emoção transborda do coração.”
Passei as primeiras músicas atônito, incomunicável, chorando e cantando junto. Os amigos falavam “Du, fala alguma coisa, qualquer coisa” e “vou te dar um abraço que você tá precisando”, porque era a única maneira de se comunicar comigo naquela hora.
Foi inacreditável.

Nosso dilema pós-show era se ficaria um vazio nas nossas vidas, ou se seria preenchido um vazio. Momentaneamente sinto a 1a opção, mas depois acho que virá a 2a.

beijos

Du

22 de November de 2010

Olha, só o que eu tenho a dizer é que eu desejo boa sorte ao mundo e a vida, vão precisar se pretendem superar a noite de domingo.

1/2 Carolina Mendes

23 de November de 2010

Parabéns pelo ótimo post (novamente), Carolina.

De verdade, como eu queria estar aí com você.

Quem me dera ser louco suficiente de sair da minha cidadezinha, longe da capital, nem que sozinho, apenas para curtir um dos dois maiores compositores do último século (o outro é um tal John), sem ter que me preocupar com o trabalho do dia seguinte.

Quem me dera saber escolher melhor as coisas, saber diferenciar o que realmente vale a pena, saber diferenciar aquilo que se vai levar para o resto da vida, do que apenas mais um dia de trabalho.

Tem horas na vida que eu odeio ser e pensar como engenheiro. Tem horas que eu simplesmente odeio ser racional.

Tô precisando deixar meu coração falar mais alto. Ou irei totalmente sozinho e vazio para o caixão.

maurigq

22 de November de 2010

Se tiver outro show mesmo em 2014, faça a loucura de vir. Garanto que vale.

1/2 Carolina Mendes

23 de November de 2010

“Hey Jude e eu saí do me acabando de chorar”

Ué, não ficou para os bis no final com Yesterday e Sgt. Pepper’s e mais outras músicas excepcionais?

@Edisonlsm

22 de November de 2010

Tava sozinha e tinha que achar um táxi.

O jeito foi sair em Hey Jude….

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

É isso aí. Assino embaixo porque estive lá. Esse mix de sensações rolou mesmo. Dos pensamentos da vida, dos momentos que valem a pena, dos esforços que fazemos para ter aquele sentimento máximo de felicidade, daquela hora cruel da entrada de Paul ao palco, que extermina a sua ansiedade e transforma tudo em extase e lágrimas ao mesmo tempo.

Noite para marcar pra sempre a vida de todo mundo!

Ique

22 de November de 2010

Pronto, to chorando de novo.

1/2 Carolina Mendes

23 de November de 2010

Disse tudo. Não escreveria uma vírgula mais. E bom show hoje. Adoraria estar no Morumbi de novo hoje.

Carlos Eduardo Freitas

22 de November de 2010

Vou tentar comprar na hora. Se conseguir chegar. Vale assumir o risco.

\o/

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

“Chorei copiosamente durante Something. …Me abracei ao namorado e solucei… olhava o telão, via a foto do George, e chovava, chorava, chorava…
Continuo chorando quando lembro.

Definitivamente, é o show da minha vida.”

Nossa, mesma cena, mesmas palavras.
Sensação só de quem é fã e quem presenciou tal grandiosidade que foi esse EVENTO.
Adorei e rt seu post, você descreveu bem como eu senti mesmo!
=**

Gi

22 de November de 2010

Bjo!

1/2 Carolina Mendes

23 de November de 2010

Olá Carolina =))

Tenha mais um ótimo show hj e muitas inspirações para continuar mudando e vivivendo a vida.
Linkei parte deste texto no meu blog😉
http://eucrioaofalar.blogspot.com/

Beijos!

Isa

22 de November de 2010

Bjos! Obrigada.

1/2 Carolina Mendes

23 de November de 2010

Os ciclos de choro estão ido e vindo por aqui também.
Quando li seu texto, não pude conter as lágrimas! E nem quero…
As músicas (todas!) não saem da minha cabeça, nem quero que elas saiam! Elas não podem sair! Elas não vão sair!

Chorei copiosamente durante Something. Só então eu fui entender o que é esse tal “chorar copiosamente”! Me abracei ao namorado e solucei… olhava o telão, via a foto do George, e chovava, chorava, chorava…
Continuo chorando quando lembro.

Definitivamente, é o show da minha vida.

Um “must be there event”.

Juliana

22 de November de 2010

Não me atrevo a dizer que foi o show da vida, pq todas as vezes em que disse isso, estava errada.

A vida é boa.

1/2 Carolina Mendes

23 de November de 2010

Meu Deus. To ainda mais ansiosa por hoje à noite. Que bom que eu li essas palavras. =)

Jeniffer Heemann

22 de November de 2010

Sério, vai mudar sua vida.

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

Quase chorei novamente ao ler sua coluna. Viajei de Curitiba para lá porque eu não poderia passar por esta vida sem ver um Beatle, sem escutar Something ao vivo e a cores. Sem chorar de alegria nos primeiros toques do piano para Let it Be.

Eu não seria jamais uma pessoa completa como fui ontem durante 3 horas, como estou sendo hoje ao relembrar cada minuto do show.

Este momento jamais sairá do meu coração!

Obrigado Paul!

André

22 de November de 2010

Somos do mesmo clube.

Clube das pessoas que estavam no Morumbi ontem.

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

Eu vi o show em POA. Teria ido pra SP se eu tivesse mais grana, mas no segundo dia. O show de ontem foi praticamente igual ao daqui mas não sei se foi impressão minha mas a galera não vibrou. Pode ser a edição do maldito estagiário da Globo.

Acho que quando vejo crianças e jovens no show do Paul creio que existe salvação. Existem pessoas que acreditam na música pela música e não música pelo visual. Quando vejo um adolescente querendo aprender a tocar guitarra por causa do George ou baixo por causa do Paul e não um bando de manés com calça colorida é uma pessoa que vai ser muito bem esclarecida musicalmente. (Mas não só Beatles, deixe-me reforçar).

E te prepara pra depressão pós-show amanhã. Ainda estou tendo: ela é brutal e muito maior que todos os shows que já fui juntos.

jujubas

22 de November de 2010

Olha, a tal depressão pós show, não bateu.

Acho que vibramos bastante sim, mas ouvi o memso comentário da minha mãe, sobre a edição.

Venha pro próximo, qdo houver.

Bjos!!!!

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

A sua descrição está plenamente envolvente.
Normalmente nós temos definições superficiais sobre os concertos e eu vi aqui toda a expressão de glória e entrega que a sua pessoa realmente sentiu.

Vou seguir, adoro espontaneidade e honestidade nas palavras. A sabedoria está em tornar a simplicidade respeitável.

Brunno Lopez

22 de November de 2010

Poucas coisas são mais respeitáveis que a música.

Obrigada pelo elogio, espero não decepcionar.

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

Parabéns.
Sensacional o texto.

Tiago

22 de November de 2010

\o/

Obrigada!

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

\o/

Obrigada!

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

Hey Jude salvou minha vida uma vez, quando terminei um namoro. Era como se o Paul a cantasse para mim, dividindo uma cerveja em um boteco, com a mão no meu ombro, falando que, se eu acreditasse naquele amor, ele poderia ser meu de novo. Não foi meu de novo, mas amar fez muito bem, sempre fez.

E Something… o que dizer da música que descreve a mulher perfeita? Só quem já a teve nas mãos sabe o porque de não querer deixa-la ir agora…

Ângelo

22 de November de 2010

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

Ah….esqueci: meu sogro, de 76 anos, também estava loucão assistindo o show na TV.

Mercedes

22 de November de 2010

Vc não imagina que loucura tava a coisa ontem.

Musica é um troço foda.

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

Depois de ler esse post não sei se vou precisar fazer o meu sobre o show. Foi a descrição mais precisa e emocionante que li até agora.

Posso riscar “ver show do Paul McCartney” na minha lista de coisas a fazer antes dos 30. Agora a meta é ver mais um antes dos 35. Espero. E muito.

(maldito wordpress que dá erro)

jujubas

22 de November de 2010

Well…chorei!
A sua emoção é emocionante, assim como é emocionante ler que uma pessoa 20 anos mais nova do que eu consegue enxergar a genialidade e a importância dos Beatles na história do mundo – não só da música.
Assim como é emocionante ouvir o som quem vem do quarto da minha filha – 30 anos mais nova do que eu – aos berros, cantando: “Ooh baby, please believe me…I’ll never do you no harm!”

A obra dos Beatles faz o inimaginável: unir gerações. E acho que isso vai continuar por séculos e séculos, amém.

Mercedes

22 de November de 2010

Não paro de ter “ciclos de choro” desde ontem.

Coisas incríveis acontecem num show com um Beatle.

Tamo junta, gata.

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

Depois de ler esse post não sei se vou precisar fazer o meu sobre o show. Foi a descrição mais precisa e emocionante que li até agora.

Posso riscar “ver show do Paul McCartney” na minha lista de coisas a fazer antes dos 30. Agora a meta é ver mais um antes dos 35. Espero. E muito.

@jujubas

22 de November de 2010

Vou ver hoje de novo.

Não arrisco esperar ele voltar.

\o/

1/2 Carolina Mendes

22 de November de 2010

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