You can scroll the shelf using and keys

Haven´t found him, yet

16 de November de 2010

Prometo não implicar com os seus amigos, não te obrigar a me incluir em tudo que vocês combinam fazer, não policiar a bebida, a comida, ou quanto você gasta em carros, relógios, celulares, e todos estes brinquedos bobos, que eu não vejo graça.

Prometo manter a casa abastecida de gelo, whisky, cerveja e coca cola. E cozinhar. Não interromper o futebol, não implicar com o video game, não ficar pendurada no telefone com você quando você está no trabalho. Não ligar a menos que seja importante. Não abaixar nunca o volume do rádio, quando toca uma das suas músicas preferidas.

Ser fisicamente receptiva, mentalmente interessada e intelectualmente estimulante. Prometo zelar pelo tesão que sentimos no começo de tudo, como se fosse (e eu acho que é), a oitava e mais rara maravilha do mundo.

Prometo não gritar, não desconfiar, não concluir nada sobre você, sem antes falar com você. Prometo ouvir suas histórias até o final, mesmo quando repetidas.

Vou tentar ser clara e honesta, leal, te respeitar e cuidar de você da melhor maneira possível, incluindo aí a sua família e a família que vamos (talvez), construir.

Prometo respeitar a tua individualidade e não tentar transformar “eu e você” em “nós”.

Prometo ser atenta, gentil e amiga. A melhor amiga que uma amante pode ser.

Tenho só uma condição, que a recíproca seja verdadeira.

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comments

Você ficou na base do respeito e isto é o mínimo que um ser humano tem que ter com outro. Se não há isso em uma relação, quer de amizada, quer amorosa, o relacionamento degringola.

Apenas respeito não é o suficiente para que um relacionamento dê certo ou seja perfeito na medida que um relacionamento demanda também uma certa dose de química no atrito gerado entre as pessoas que estão se relacionando.

A maioria das pessoas vivem com uma máscara, sem entregar-se àquilo que verdadeiramente são (eu me incluo nisso, mas tenho consciência…). Em uma relação as pessoas entregam tudo o que não são, as pessoas entregam, na maioria das vezes, a máscara (o falso).

As pessoas entregam a persona, entregam apenas a máscara, você entrega aquilo que pensa que tem, mas não tem, você obtem aquilo que já tem e que sempre teve. O falso tem apenas de desaparecer para que o real seja revelado.

Há um bom livro que trata de uma maneira singular este assunto. Chama-se “amor, relacionamento e liberdade” ‘escrito’ pelo Osho.

Abaixo copio um trecho que fala sobre o ser e um que fala sobre a solidão e solitude. O segundo trecho me ocorreu ao ler o seu post comentando sobre o Show do Paul, que teve que ir sozinha pelo fato do seu irmão estar doente.

Enfim, aproveite estas duas passagens para refletir, concordar ou discordar.

Beijos e boa semana.

Relacionar-se é uma das maiores coisas da vida: é amar, compartilhar. Para amar é preciso transbordar de amor e para compartilhar é preciso ter (amor). Quem se relaciona respeita e não possui. A liberdade do outro não é invadida, ele permanece independente. Possuir é destruir todas as possibilidades de se relacionar. Relacionar é um processo. Relacionamento é diferente de relacionar-se: é completo, fixo, morto. Antes devemos nos relacionar conosco mesmos e escutar o coração para a vida ir além do intelecto, da lógica, da dialética e das discriminações. É bom evitar substantivos e enfatizar os verbos. A vida é feita de verbos: amar, cantar, dançar, relacionar, viver.

Solidão e Solitude – Na solitude estamos constantemente encantados conosco mesmos. Ela é abençoada, um profundo preenchimento, que nos mantém centra- dos
e enraizados. Ela é independente. Todos são um fim em si mesmos. Ninguém existe para ser usado. Quem está no pico da solitude só se atrai por quem também esteja só. Dois solitários olham um para o outro, mas dois que conheceram a solitude olham para algo mais elevado. Se estão felizes consigo mesmos, tornam-se companheiros. As palavras felicidade e acontecimento têm a mesma raiz em inglês. Porque a felicidade simplesmente acontece. Para ser feliz é preciso deixar acontecer. O caminho do amor deve ser tomado com tremenda consciência e o da consciência, com tremendo amor. Depois de cada experiência profunda nos sentimos sós e tristes: seja um grande amor ou uma meditação. Por isso muitos evitam experiências profundas. A solitude é bela e livre. É um momento em que o outro não é necessário. Após essa liberdade o amor é possível. O amor traz solitude e a solitude traz amor. Já a solidão não cria amor; apenas necessidade. Ela pode matar. Dois solitários não conseguem se relacionar porque isso não ocorre a partir da necessidade. Solitude é uma flor desabrochando, é positiva, saudável. Só o amor dá a coragem de sermos sós. Só assim acumulamos energia até transbordar e transformar-se em amor. Sós, acumulamos amor, celebração, dança, energia, prazer, vida. Só o excesso de energia possibilita o orgasmo, que não é um alívio, mas celebração. Quando os amantes se afastam, readquirem sua solitude, beleza e alegria. A alegria traz a necessidade de compartilhar. A paixão é muito pequena diante da compaixão. Solitude é mover-se para dentro e amor é mover-se para fora. Ambos os movimentos são enriquecedores.”

E lembre-se: antes só do que mal acompanhada.

Horst

10 de January de 2011

there is no.

marimessias

8 de December de 2010

ô ô ô ô ô Carolina voltou, Carolina voltouôÔÔ…

Geraldo Maia

20 de November de 2010

Não vejo nada de mais no que você pediu. Acho coerente, justo, ético, sensato. E na minha opinião, para um relacionamento sobreviver, precisa disso mesmo. Queria registrar que é a primeira vez que posto aqui, apesar de ser seu leitor há alguns meses.

Bjos.

Rodrigo Duarte

18 de November de 2010

Pois continue lendo, e comentando.

Acho que tem moças menos exigentes por aí, mas essas coisas são essencial.

Bjo!

1/2 Carolina Mendes

20 de November de 2010

Seja a melhor carol sempre, continue solteira aos 30, acredite que va encontrar um cara a sua altura e continue escrevendo tão bem.
Posso publicar e linkar o seu texto no meu blog?
Abraços!

Isa

18 de November de 2010

Oi Isa!!!

Nem sei se é um cara a minha altura. Acho mais que é uma questão de achar um cara NA minha altura….

Claro que pode linkar, me manda depois o link pra ver e visitar teu blog!

Bjo!

1/2 Carolina Mendes

18 de November de 2010

Vaidades, apenas vaidades…O complicado nisso tudo é que a vida e aquilo que acontece enquanto fazemos planos e promessas! E quem chega ao ponto de terminar um relacionamento porque o amor acabou, deve com certeza procurar em si mesmo os motivos! Estima-se que noventa por cento de um problema conjugal tem a ver com a própria pessoa! E só dez por cento com o parceiro! Espelhamos os nossos defeitos nos outros por isso, exigimos aquilo que nós mesmos queriamos oferecer e nao conseguimos! P.S.: Sou casada há 12 anos, temos dois filhos e estou me reapaixonando novamente e sendo correspondida!

Vania_schoen

17 de November de 2010

Fico feliz.

Minha mãe sempre diz que na verdade, um casamento longo é composto por vários casamentos que começam e terminam. Só que os envolvidos se “reapaixonam”.

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Fato! Meus cumprimentos à sua mae. Ela tem twitter? Falando nisso, te listei viu? Nome da lista: bom dia feiosos! Inté

Vania Schoen

18 de November de 2010

É perfeito o idealismo de seu texto. As circunstâncias de nossas imperfeições é que impedem sua transformação em realidade.

Relativo ao amor, já imaginei ser possível essa recíproca, desde que houvesse uma incomum sincronicidade. O que é raro.

Mas, confesso que essas raridades são que nos mantém em pé (e com fé).

Alexandre Veiga

17 de November de 2010

É a tal história, se é possível acontecer, pode ser vc o sortudo.

Não me contento com nada aquém disto que eu descrevi.

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Promete mesmo? Então eu caso!
Acho que a parte do meu cérebro masculino/feminista consegue compreender relativamente mais as mulheres do que a mim mesmo.
Não entendo esses relacionamentos de pessoas mudando pessoas e se achando no direito de querer felicidade absoluta do outro.
Entramos em um relacionamento com expectativa de felicidade mútua onde o único jeito de ser feliz é o “meu”, e saimos pisando nos valores e princípios do outro levando em consideração que os dois seres humanos são feitos de gostos, vontades e costumes específicos que os fazem se sentir bem.

Embora todo mundo negue, todos carregamos um molde conosco no qual tentaremos sempre encaixar o próximo “alguém”. Mas independente de princípios pessoais e valores temos que nos perguntar se amamos o suficiente pra nos encaixarmos no molde do outro.

Beijos Carol, ótima reflexão.

Richard

17 de November de 2010

Acho que o segredo é ter em comum valores básicos.

O resto se ajeita.

Ó que eu caso….

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

hahaha! cheguei até vc pelo twitter e pelo Buena Vista Social Club, que bom saber que as afinidades nos unem, apesar das diferenças.

fernando antonio de carvalho

17 de November de 2010

O importante é que chegou, né não?

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Ja te sigo e gosto de ler vc….#facjurys

fernando antonio de carvalho

18 de November de 2010

🙂

Obrigada e continue seguindo. bjos!

1/2 Carolina Mendes

18 de November de 2010

Gosto do seu raciocínio na escrita. texto limpo, sucinto e objetivo. Penso que essa mulher idealizada textualmente não pode ser confundida com a “Amélia a … de verdade”. No relacionamento e na vida tudo depende das dificuldades, dos obstáculos, para nosso crescimento. É do atrito que surge o fogo. Tudo tem sua hora. A sua hora vai chegar…Abraços e seja feliz sempre.

fernando antonio de carvalho

17 de November de 2010

Duas grandes merdas sobre mulheres, da MPB: Amélia e as “mulheres de atenas”.

Não vejo a menor graça nelas. Nem nos relacionamentos delas, e estão por toda parte.

Bjos!

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Não me casaria jamais com Amélias da vida!!nem em sonho

fernando antonio de carvalho

17 de November de 2010

Olha lá, gostei.

Cadê seu tuíter?

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Eu igual que o Rafael cheguei aqui pelo twitter.. Mas que beleza que cheguei.. E simples, sincero, adorei ler..
Concordo con voce totalmente, ( eu tamben me acho uma das mulheres mais incriveis que pissaram esse planeta kkk), tipo quando voce se entrega de cabeza numa relaçao y o que teins de volta nao e reciproco, voce desiste y ai termina nao dando certo.. Valeu..Bjus

Olivia

17 de November de 2010

Oi Olivia!!!

Fico feliz que tenha gostado.

Ouvi uma vez que é muito cômodo esperar reciprocidade, que acaba jogando a responsabilidade pro outro e servindo como desculpa pra ser babaca.

Não acho.

Acho que propor reciprocidade é assumir parte da responsabilidade do fracasso ou sucesso.

Bjos!

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Nada utópico… nem anormal… trata-se de uma “realidade perfeitamente possível”!
Não beira a perfeição já que prevê possíveis discussões e discordâncias o que coloca este tipo de relação no patamar das “relações normais”!
Na minha humilde e inconstante opinião é o velho e bom “amor” descrito como a genialidade que só a honestidade e simplicidade pode ter!

Um bj

Lizza

Lizza Oliveira

17 de November de 2010

Exato. Quando acontecer não vai precisar de promessas, nem de cobranças e isso tudo não vai ser esforço nenhum.

Bjo!

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Prometo não prometer nada!

pedroherinque

17 de November de 2010

\o/

Prometo não me apaixonar por você.

Bjos!

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Cheguei aqui pelo twitter e me deparei com esse texto simples, mas genial. Parabéns, seu blog já está devidamente linkado ao meu reader.

Dúvida: posso reproduzir um trecho em meu blog (claro que dando o devido crédito e disponibilizando o link)?

Rafael

17 de November de 2010

Eba!

Pode, claro. Bjos!

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Defeitos são importantes, Carolina. Acho que você deveria também prometer, por vezes, não cumprir algumas das promessas.

Boa sorte, sério… Você tem minha simpatia.

Claudio

17 de November de 2010

Na verdade, eu acho que não tem muito como amar sem cumprir praticamente todas essas promessas.

Não sei ser diferente, quando consigo ser diferente, é pq não é amor mesmo.

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

erro meu no link acima. Desculpe!

Angelo

17 de November de 2010

Vou visitar e comento, bjo!

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Você inspira, fazer o que?

Angelo

17 de November de 2010

Um conselho? Me evitar. Sou um problemão.

E NEM LIGO.

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Carol, Carol…

Quando você encontrar o cara certo, não vai precisar prometer nada, porque simplesmente não vai dar tempo.

E reciprocidade é uma coisa relativa, porque ela balança de lá pra cá e daqui pra lá. Às vezes você é quem não vai poder nem sentir o cheiro dele, mas ele vai estar lá mesmo assim, presente, se fazendo existir mesmo contra a sua vontade e, semanas mais tarde, o impossível acontece: você vai se re-apaixonar por ele. E vice-versa.
Um dia, milênios mais tarde, você vai estar lendo no sofá e vai pegá-lo olhando pra você com cara de bobo…e ele vai dizer que você fica linda com aqueles óculos ridículos, porque agora é ele quem está se re-apaixonando.

E assim a coisa anda. Todas as promessas para agradar podem ser deletadas, porque agradá-lo vai ser uma necessidade básica, mesmo que ele não perceba. Aí você vai encher o saco dele com mimimis sobre recíproca que ele sequer vai entender, porque “Hey! Eu estou aqui todos esses anos porque eu te amo”.

Vou te falar aqui do alto desses meus 49 anos, 2 casamentos bestas e um que já dura 19 anos: viver junto é fácil, se você joga fora o livrinho de regras. Compromissos são meramente afetivos, e valem enquanto há afeto — como a coisa toda já diz –, e quando este afeto é de verdade e você está com a pessoa pelas razões certas, você aguenta até o maior mala do sul do mundo. E ele aguenta você, mesmo na pior TPM.

Tem segredo não. É só tentar fazer da vida uma coisa menos chata.

Beijo

Mercedes

17 de November de 2010

Acho que eu fico escrevendo essas coisas todas, pra sujeitos que eu não conheço (ainda), justamente pq tenho certeza de que quando aparecer o (um dos) sujeito(s) certos, eu não vou querer escrever nada, ou prometer nada, e só demonstrar.

E vai ficar tudo bem.

Gosto docê, moça. É uma boa amiga.

Bjo!

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

É, como você mesmo diz: Como não se apaixonar?
Se na prática for isso mesmo, parabéns, você é a melhor mulher do mundo!

Márcio Bonafé

16 de November de 2010

Sou, quando eu tenho o melhor homem do mundo comigo.

\o/

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

O problema é que a teoria na prática vai precisar de muitas adaptações.
E é aí que a coisa degringola.
Em tempo, sou casado e para mim funcionou, mas tive que procurar muito e sofrer o necessário.
Acredite!!

Vinicius

16 de November de 2010

Acho que se mantiver a reciprocidade do bem, e projetar como nos sentiríamos se o que fazemos de mal nos fosse feito, todo mundo tem mais cuidado e o fim chega antes de degringolar.

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Não prometo te dar a atenção ao telefone que você tanto espera, nem dividir as tarefas de casa. Não te prometo entender suas crises, suas neuras e sua paixão por algum cantor bonitão. Não prometo não te causar ciúmes e nem me calar em uma briga boba. Não.
Não prometo sorrisos incessantes, nem uma alegria convicta e a certeza de que tudo acabará bem. Mas prometo que meu ombro será sempre seu quando precisar. Prometo que, mesmo não entendendo suas crises, minhas mãos afagarão sua cabeça e tentarei alcançar seu coração com meus olhos. Prometo te consolar e te confortar, mesmo que não saiba porque.
Prometo paixão, prometo desejo, prometo tesão. Não preciso de você em forma, maquiada e cheirosa, preciso de você disposta para me amar da forma como te amarei, nada mais. Prometo sexo e te abraçar no silêncio de depois, dividindo com você mais do que meu corpo, mas minha alma, meus pensamentos e meu coração.
Enfim, não te prometo gostar das mesmas coisas que você, mas prometo respeitar seus gostos. Não prometo amar os seus amigos, mas vou adorar conhece-los, pois sei que em cada amigo encontrarei um pouquinho de você. Não prometo mais do que isso.
Prometo te amar. É o bastante?

(Não se empolgue sou um poeta, não posso ver um bom mote que acabo escrevendo algo em cima, e este é um ótimo mote. Mas fica a dica)

Angelo

16 de November de 2010

🙂

fosse pra responder, eu teria que dizer que não.

Não é o bastante. Explica pq eu sou solteira aos 30 anos?

Excelente resposta, de qualquer forma.

Bjo.

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

A casa terá gelo demais, bebida demais, comida demais, bolsas e relógios demais, gentileza demais, amigos demais…o paraíso.

Rodrigo Lamim

16 de November de 2010

Not a bad place to live.

1/2 Carolina Mendes

17 de November de 2010

Caralho, Carol (pode chamar de Carol??)!

Uma coisa é prometer, outra é cumprir!

Gosto muito da maneira como enxerga as coisas. Você vê sempre os dois lados e isso é fundamental para que qualquer relacionamento (ainda que uma simples amizade) caminhe nos trilhos.

Posso dizer que hoje eu estou no relacionamento mais maduro que já tive, onde posso dizer o que penso sem medo de biquinhos, mimimis ou retaliações sexuais.

Muitas das coisas que você comentou ocorrem, as outras que ainda não ocorrem deveriam ocorrer.

Léo Cohen

16 de November de 2010

Pode me chamar de Carol.

Eu descobri ao longo dos anos, que eu tenho um imenso defeito. Não consigo ser a “melhor Carolina”, se eu percebo que a outra pessoa não está colocando tanto esforço no relacionamento qto eu. Percebo que a coisa não é recíproca e deixo de me dedicar.

Aí fode tudo.

E eu te juro que sou das mulheres mais incríveis que já pisaram neste planeta, quando permitem.

É torcer pra encontrar o(s) cara(s) certo(s).

Bjo!

1/2 Carolina Mendes

16 de November de 2010

são promessa que fiz muitas vezes e quase nunca consigo cumprir, mas isso não importa, sou geneticamente pessimista. você terá mais sorte.

kelly

16 de November de 2010

Algo me diz que a gente não consegue cumprir pq a recíproca não é verdadeira.

1/2 Carolina Mendes

16 de November de 2010

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