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Põe mais glitter

27 de October de 2010

Se algum dia, você se pegou pensando, no que aconteceria se um gay tivesse uma verba infinita pra lantejoulas, pode parar de se torturar. Você já pode desvendar este imenso mistério.

Nesta segunda, fui com um amigo a pré estréia de “Gaiola das Loucas”, musical escrito, dirigido e estrelado por Caco Antibes, digo, Miguel Falabella.

Ok. Relevemos o fato da versão cinematográfica, com Nathan Lane e Robbin Williams ser insuperável. Relevemos minha SÉRIA implicância com musicais. Relevemos a completa falta de respeito com os convidados, que se deslocaram numa noite chuvosa, pelo trânsito de SP até o Shopping Bourbon, pra serem colocados numa constrangedora e imensa fila, fruto da desorganização, e falta de profissionalismo, dos organizadores. Relevemos a imbecilidade dos que decidiram colocar as cadeiras das frisas na platéia inferior, e nos empuleirar em bancos altos e desconfortáveis, para assistirmos a um espetáculo de TRÊS HORAS.

Vamos relevar tudo isso, sublimar a irritação e nos atermos ao espetáculo.

O-D-I-E-I.

Não sei pontuar criticamente as falhas, porque não tenho conhecimento teatral pra isso, mas entendo de divertimento. Impossível se divertir.

Quer dizer, se você ri de Zorra Total, não perca tempo lendo este post, e corra pra comprar seu ingresso.

“I am what I am”, virou um “Eu sou o que sou”, numa tradução televisiva que toca em looping, disseminada pelas intermináveis 3 horas de espetáculo. E assim, os atores não sabem cantar. Sinto muito, não há forma gentil de dizer isto: muitos dos atores não sabem nem atuar.

Falabella, o ator, que me desculpe mas não dá mais pra suportar essas reciclagens repetitivas do Caco Antibes.

Falabella, o diretor, que me desculpe mas que escolha terrível de elenco. O filho não gay dele, na peça é mais feminino que a noiva que ele escolhe. As loucas da gaiola ainda passam, mas de resto, chega a ser dolorosamente constrangedor. Excetua-se aí Diogo Vilela, falaremos sobre ele mais pra frente…

Falabella, o dramaturgo, pare de fazer piadas com pau, cu, pretos, gordos, pobres, empregadas, velhas. Pare de acreditar no riso volumoso da platéia. Você está estragando o troço, não está fazendo humor, está contando a MESMA piada em festas distintas, pra pessoas novas.

Falabella, o uber-star, parabéns: você conseguiu celebrar sua genialidade, auto- proclamada, por 3 horas. E as pessoas ainda riem das tuas piadas. Espantosamente.

A produção, realmente é boa. Mas abriria mão de malabarismos por 1 hora a mais de sono.

Minto. Abriria mão de TANTO Miguel, por 1 hora e meia a mais de sono.

Diogo Vilela vai bem. Poderia não tentar copiar tanto o Nathan Lane, mas está bem.

Meus sinceros parabéns aos músicos, sensacionais.

Outro programa interessante, foi ontem, a festa da Revista Rolling Stone e da Ray ban. Começou e terminou etílica, mas teve o momento musical, e eu vi o combalido, mas ainda genial, Erasmo Carlos.

Poderia contar fofoquitas e peripécias dos amigos, mas sou discreta. Basta dizer que o grito de “JUDASH”, fez mais algumas vítimas.

Fiz amigos novos, retomei contato com os velhos e me diverti loucamente com a turma do rock.

A turma da Gaiola, que passem corrente e cadeado e joguem a chave fora.

o/

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comments

Seus textos são deliciosamente pontuais, sinceros, cortantes e mais uma serie de coisas que se colocadas aqui poderia parecer bajulaçao, mas a vdd é que eles dão um tesão danado na gente de te conhecer e tomar umas cervejas , de preferencia num buteco da augusta.
bjo

marcos vallini

6 de December de 2010

Só marcar o lugar e o dia. Bjo.

1/2 Carolina Mendes

6 de December de 2010

Na minha opinião, a versão original, com Ugo Tognazzi e Michel Serrault é muito melhor que a versão americana…

ANSELMO PEREIRA RIBEIRO

29 de October de 2010

Pra você ver o qto eu sou fácil….

1/2 Carolina Mendes

29 de October de 2010

Mas BAH! Guriaaaa!!! Se tu não é crítica de teatro, vira logo, por favor! Mandou bem pra caramba!

Ariane

28 de October de 2010

Fui assistir a peça(para o meu azar antes de ler o seu comentario), concordo com você, tinha ganhando bem mais ter ficado em casa assistindo ao filme em DVD.

Fabio

28 de October de 2010

Pior que agora nem o filme eu tenho vontade de rever…..

1/2 Carolina Mendes

28 de October de 2010

Aposto que o pessoal da peça discordaria de vc, rs….

Bjo!

1/2 Carolina Mendes

28 de October de 2010

Olha, não entendo bolhufas de teatro mas digo que lendo seu texto me convenci que esta peça deve ser uma porcaria mesmo. Ótimo blog moça!

Paulo Abreu

27 de October de 2010

Não sei se e uma porcaria, mas definitivamente não gostei.

1/2 Carolina Mendes

28 de October de 2010

Depois do que vi na segunda-feira, só me resta assinar embaixo.

Gerson Jr.

27 de October de 2010

Achei que fosse ter um treco, juro.

1/2 Carolina Mendes

27 de October de 2010

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