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Reflexos

20 de October de 2010

Bem vindo moço do “mullet” acajú. (Seu post já vem, não se preocupe.)

Temos um novo técnico, e mais uma vez, eu vejo as pessoas animadas.

Tenho um pouco de medo, a Portuguesa não tem sido um time constante, de força e garra. Eles têm bons momentos, mas a coisa desanda bastante rápido, e antes que se possa evitar o tombo.

Não tenho números, mas acho que nos especializamos em perder de virada.

Mas, segue o sonho impossível do G4. Não é provável, mas é possível, e os deuses do futebol adoram dar tapas na cara do “praticamente impossível”. Eu, sigo torcendo. Aliás, muitas vezes eu vejo pessoas por aí comparando o que sentem por seus times, com amor…

Eu entendo a sensação como torcedora, mas me pergunto: quem corresponde? O clube? O craque? Os jogadores? Os dirigentes?

Percebo a identificação e carinho que Ronaldo, Marcos, e Rogério, tem com as torcidas, e me pergunto se é daí que vem o combustível, que alimenta o que nós torcedores sentimos. Ou vem da história do time? Ou do nosso apego as nossas lembranças? As vezes acho que é isso, nossos times são as constantes em nossas vidas: já estão lá quando nascemos, e seguem em frente quando morremos.

Enfim… É público que depois de dramática briga com o SPFC passei a torcer pra Portuguesa. Também é público que eu ainda comemoro gols do tricolor. Acho que é amor demais, por dois times que seguem em frente, aos tapas e beijos com os torcedores.

Vibro e torço ferozmente, pra Portuguesa chegar ao G4, e sair da série B. Não exatamente é algo que vai facilitar minha vida. O Canindé vai ficar mais cheio, e provavelmente eu terei que viver o drama de presenciar um confronto entre meus dois maridos. Eu quero o que é melhor pra eles, não pra mim.

E no fim das contas, desde quando amar é facilitar as coisas? Amar é trocar o mais simples e fácil, pelo prazer de ter o coração quase explodindo na jugular, nos bons e maus momentos.

(Falando em amor, faz anos que eu espero me apaixonar, pra mandar este link com o e-mail mais lindo do mundo. Ainda não mandei, mas divido com vocês. Decidi postar o de melhor qualidade, sem legendas, mas tem a versão legendada em português, com pior qualidade aqui.)

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comments

Talvez o drama de confrontar com os seus “dois maridos” seja até salutar, como ocorreu com a mãe da personagem da Evan Rachel Wood, no bom filme do Woody Allen, “Tudo pode dar certo”.

ANSELMO PEREIRA RIBEIRO

20 de October de 2010

Tomara que não aconteça!!!

1/2 Carolina Mendes

26 de October de 2010

Gostei da frase “Amar é trocar o mais simples e fácil, pelo prazer de ter o coração quase explodindo na jugular”.
Mesmo quando proibido.

Rodrigo

20 de October de 2010

Amar não é proibindo. As vezes é proibido fazer algo a respeito.

1/2 Carolina Mendes

26 de October de 2010

Acho que o amor pelo time é mais simples. É simplismente a fascínio pelo brasão, pela cor da camisa. Aquela ideia inconsciente entrelaçada na mente de que o seu time é o melhor, não importando a colocação em que está na tabela.

Frederico

20 de October de 2010

Talvez, mas eu acho que a gente contribui muito mais pra essa paixão do que imaginamos.

1/2 Carolina Mendes

26 de October de 2010

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