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Cowboys, punks e ciganos- Time machine

3 de June de 2009 , ,

Eu sou das poucas pessoas que sobreviveram a aprender inglês na Cultura inglesa.

Aos 17 anos eu estudava no Colégio Palmares, em período integral e estava terminando o curso de inglês na Cultura, fiz a prova de Cambridge e virei professora de inglês. Descobri que ter o tal Proficiency me colocava em um clubinho com outros nerds prodígio. Muitos destes nerds prodígio tinham familia ou vínculos com o Reino Unido. Um destes prodígios era de família irlandesa. Alguns destes parentes vinham frequentemente ao Brasil. Um destes primos virou meu namoradinho punk.

Namorar um punk não é tão diferente de namorar qualquer outro homem. Na verdade os que eu passei a conviver são bastante mais calmos e gentis que a maioria dos advogados e publicitários que vieram depois.

Além da visão, do efeito que a aparência tem nas pessoas, ter uma relação com alguém em outro idioma, e do sexo despudorado, nos anos que se seguiram descobri um universo euro-trash paralelo que ainda hoje me alimenta.

Semana passada foi aniversário de uma amigo meu (http://andreasemkiyv.blogspot.com) está morando na Russia. Não lembrei a tempo de escrever e fiquei culpada. Lembrei dos Leningrad Cowboys , projeto de musicos punks que começou como uma piada e fez um dos melhores cds/ shows na década de 90. My opinion.

Aperte play e leia a letra:

Once upon a time
there was a tavern
where we used to
raise a glass or two.
Remember how we
laughed away the hours,
and dreamed of all
the great things
that we would do.

Chorus:
Those were the days,
my friend,
we thought they’d
never end,
we’d sing and dance
for ever and a day;
We’d live the life we choose,
we’d fight and never loose,
For we were young,
and sure to have our way.
La la la la la la
la la la la la la
Those were the days,
oh yes those were the days.

Then the busy years
went rushing by us.
We lost our starty notions
on the way.
If by chance I’d see you
in the tavern,
we’d smiled at one another,
and we’d say:

repeat chorus

Just tonight I stood
before the tavern.
Nothing seemed the way
it used to be.
In the glass I saw
a strange reflection,
was that lonley man (woman)
really me?

repeat chorus

Through the door
there came familiar laughter.
I saw your face and
heard you call my name.
Oh, my friend, we’re older,
but no wiser.
For in our hearts the dream
are still the same.

repeat chorus

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comments

Mary Hopkin parecia um morta- viva no palco, ahhahhahhahahahahahha, Bjo!

carolina

25 de June de 2009

Família irlandesa? Essa música foi o maior sucesso da Mary Hopkin, protegée de Paul McCartney egressa do País de Gales. Aliás, é dele, produzida pelo maestro-mor George Martin, minha gravação preferida dela: "Goodbye".

Luiz com Z

5 de June de 2009

To achando, mas logo mais descubro que estou errada.Minha tendencia natural é estar errada.Bjo lindo.

carol

5 de June de 2009

Punk, advogado e publicitario sao categorias distintas para homens?:)

Fabrizio

4 de June de 2009

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